IGP-M o que é? Como é utilizado o IGP-M?

IGP-M
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on telegram
Telegram
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on telegram
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest

O Índice Geral de Preços – Mercado, ou IGP-M, é o índice de inflação do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE). Porém muitos tem dúvidas em relação ao IGP-M: O que é?

Portanto, o artigo de hoje vai explicar de forma simples os seguintes tópicos:

  • IGP-M o que é?
  • Qual a diferença entre IGP-M, IGP-DI e IGP-10?
  • Como é o cálculo do Índice Geral de Preços – Mercado?
  • Como utiliza o IGP-M?
  • Qual é a taxa IGP-M de hoje?

IGP-M o que é?

A divulgação do Índice Geral de Preços – Mercado é feito mensalmente pela FGV IBRE, sendo o mais abrangente índice de mercado.

Sendo assim, o IGP-M concebido no final dos anos 1940 para ser uma medida abrangente do movimento de preços, que englobasse não apenas diferentes atividades como também etapas distintas do processo produtivo.

Dessa forma, o Índice Geral de Preços – Mercado é o indicador mensal do nível de atividade econômica do país, englobando seus principais setores.

A seguir, veremos a diferença entre IGP-M, IGP-DI e IGP-10.

Qual a diferença entre IGP-M, IGP-DI e IGP-10?

Certamente, você talvez tenha visto algumas outras siglas parecidas com o Índice Geral de Preços – Mercado. Entretanto, a principal diferença entre eles é a coleta.

Desse modo, veremos abaixo em maiores detalhes sobre cada índice:

  • O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M): O IBRE faz análise dos preços do período entre o dia 21 do mês passado e o dia 20 do mês atual. Sendo assim, o Índice Geral de Preços – Mercado de março é definido pelos valores coletados entre o dia 21 de fevereiro e 20 de março.
  • O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI): A coleta das informações são feitas entre o primeiro dia e o último dia do mês. Em outras palavras, o IGP-DI de março é medido do dia 1 ao 31 daquele mês.
  • O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10): Nesse caso, as coletas acontecem entre os dias 11 do mês anterior ao dia 10 do mês atual. Ou seja, o IGP-10 de março está vinculado aos dados analisados entre os dias 11 de fevereiro e 10 de março.

Após entender as diferenças entre eles, veremos como IBRE faz o cálculo do IGP-M.

Como é o cálculo do Índice Geral de Preços – Mercado?

Antes de tudo, você já sabe que a entidade responsável pelo cálculo do IGP-M é o IBRE, que integra a Fundação Getúlio Vargas.

Sendo assim, o IGP-M, assim como IGP-DI e IGP-10, tem em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como matérias-primas utilizadas na produção agrícola, industrial e construção civil.

Dessa forma, o resultado do Índice Geral de Preços é a média aritmética ponderada da inflação ao produtor (IPA), consumidor (IPC) e construção civil (INCC).

Contudo, cada Índice tem um peso e um objetivo específico. Assim, veremos abaixo como é composto o IGP-M:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) – Corresponde a 60% do Índice Geral de Preços. Tem como objetivo monitorar os movimentos do comércio atacadista e também serve para entender as variações que acontecem no varejo.
  • Índice de Preços ao Consumidor (IPC) – Corresponde a 30% do IGP-M. Tem como objetivo medir e acompanhar o comportamento dos preços que impactam diretamente o consumidor final, tais como: transporte, saúde, habitação, vestuário e etc. Igualmente ao IPCA (Índice oficial da inflação no Brasil).
  • Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) – Corresponde a 10% do IGP-M. Serve para levar em conta a variação de preços de materiais de construção civil e o custo de mão de obra especializada do segmento.

Em seguida, veremos como o Índice Geral de Preços – Mercado é utilizado.

Como utiliza o IGP-M?

Certamente, após entender o que é e como funciona, você ficou curioso de que forma utiliza-se o Índice Geral de Preços.

Desse modo, as empresas de telefonia e energia elétrica utilizam o IGP-M para realizar os ajustes tarifários.

Além disso, os valores reajustados em planos de saúde, mensalidades de escolas e universidades, seguros e aluguéis de imóveis são feitos através do Índice Geral de Preços – Mercado.

Dessa forma, acaba impactando diretamente nas suas finanças, pois está relacionado aos seus gastos diários.

Qual é a taxa IGP-M de hoje?

Antes de tudo, a taxa do Índice Geral de Preços – Mercado em 2020 foi a maior taxa anual dos últimos 15 anos, encerrando o ano em 23,14%. Sendo praticamente o dobro da segunda maior registrada nesse período – 12,42% em 2004.

Em outras palavras, aquele contrato do aluguel estaria 23,14% mais caro em 2021.

Desse modo, muitos Fundos Imobiliários de CRI (Certificado de Recebível Imobiliário), ou papel, atrelados ao IGP-M passaram aos cotistas os maiores rendimentos do mercado.

Tais como o FII Hectare (HCTR11), FII Habitat (HABT11) e o FII Iridium (IRDM11).

Quer conhecer o HABT11? Acesse o artigo do Bem na Fiita: HABT11 – HABITAT II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Agora em janeiro de 2021 a taxa mensal subiu 2,58%. Dessa forma, passando o acumulado dos últimos 12 meses para 25,71%.

Semelhantemente em fevereiro de 2021 a taxa mensal subiu 2,53%. Sendo assim, passando o acumulado dos últimos 12 meses para 28,94%.

Sendo assim, o acumulado da taxa IGP-M em 2021 é de 5,17%.

O FGV irá divulgar as próximas taxas nos dias 30/03 e 29/04. Fique atento!

Muito obrigado pela atenção e até a próxima.

Um forte abraço,

Jefferson Dias (Ativo na Bolsa).

Então, gostou do Artigo? Compartilhe:

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on telegram
Telegram
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on telegram
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest

Talvez você goste dos artigos abaixo: